quinta-feira, 4 de novembro de 2010


A mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo foi a mulher que correspondeu em plenitude à expectativa da raça humana. Maria Santíssima é a “bendita entre todas as mulheres” (Lc 1, 42), mãe que mostrou coragem por “ficar de pé junto à cruz” (Lc 21, 36) e ser bendita “porque acreditou” (Lc 1, 45).

Duas razões comprovam a sublimidade dessa filha de Israel, que foi aquinhoada por Deus com favores não concedidos a mais ninguém neste mundo.

A primeira é de ordem biológica. Cada ser humano é proveniente da conjunção do homem e da mulher, cada um com sua carga genética específica. Dessa conjunção nasce um novo ser, parecido, mas diferente de seus genitores. Nosso Senhor Jesus Cristo, porém, “foi concebido pelo poder do Espírito Santo” (Lc 1, 35), e não teve concurso masculino. Na sua natureza humana, Jesus foi inteiramente, engendrado pela carga genética de Maria.

Por isso Ele deverá ter sido extremamente parecido com Ela, e herdado o seu jeito e suas características.

A segunda razão de sua importância excepcional é de ordem exemplar.

Dos lábios sacrossantos de Nosso Senhor jamais saiu qualquer consideração desairosa contra as mulheres. Suas parábolas nunca trataram as filhas de Deus com desdém. Nos seus ensinamentos elas são apresentadas de maneira simpática, e até grandiosa. Nem no trato com as pessoas, Jesus foi grosseiro para com qualquer mulher. Ele viu na sua mãe uma mulher extremamente querida, mas ao mesmo tempo objetiva, trabalhadora, firme e inteiramente volta para Deus.

É um modelo (exemplar) que nos proporciona facultar uma grande dignidade a todas as mulheres da terra.

(Fone: baseado em www.catequisar.com.br - Dom Aloísio Roque Oppermann, SCJ)

- Copyright © Meu Imaculado Coração Triunfará -