segunda-feira, 14 de agosto de 2017



Prática secular ficou esquecida durante muito tempo, e hoje está presente em diferentes denominações da filosofia cristã: difícil de explicar, forte de sentir Você possivelmente já viu as demonstrações de fervor que ocorrem em igrejas católicas e templos evangélicos. O que nem todos viram são católicos e evangélicos rezando em línguas estranhas. Que língua é essa que, aparentemente, para muitas pessoas, não tem sentido ou nenhum significado, parece mera repetição de sílabas? 

Saiba que, aos olhos da fé, essa estranha oração tem, sim, um sentido, tem uma história, que vem de 2 mil anos atrás. É a oração da qual fala São Paulo na primeira carta aos Coríntios, no capítulo 13, um dos textos de amor mais belos e mais lidos de todos os tempos: "Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine...". É o que muitos fiéis chamam de "a língua dos anjos". 

Publicado em Diário da Região

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