segunda-feira, 28 de agosto de 2017



Kate Ogg, na Austrália, estava grávida de gêmeos, um menino e uma menina. Na hora do parto, feito prematuramente às 27 semanas de gestação, ela teve uma menina, Emily, mas o irmão, um menino para quem haviam escolhido o nome de Jamie, não sobreviveu devido à cirurgia difícil do parto. Os médicos o declararam clinicamente morto.
Ela, devastada pela notícia e juntamente com seu marido David, pediu aos médicos se podia segurá-lo para passar ao menos alguns minutos com ele. Kate disse: “Eu queria muito encontrá-lo e abraçá-lo para que ele nos conhecesse. Já que sua vida seria fora deste mundo, nós queríamos que ele soubesse quem seus pais eram, e que nós o amávamos muito, mesmo antes de ele nascer e morrer.”
E assim esta mãe abraçou o corpinho morto de seu filho Jamie, conversou com ele sobre todas as coisas que eles poderiam fazer juntos, contou-lhe da família que formavam, e acompanhada de seu marido, o abraçaram, lamentaram e choraram sua perda.
David disse que ele queria apenas mais alguns minutos com seu filho enquanto os médicos e enfermeiras aguardavam para que devolvesse o corpo para prepararem a documentação do óbito, mas os minutos se passaram, e eles ficaram com o corpo do bebê por mais de 2 horas. A irmã gêmea de Jamie, Emily, estava bem e sendo cuidada pelos médicos, e David lamentou juntamente com a esposa a dor de terem perdido o filho.
Depois de 2 horas, já conformados com a perda do filho, quando Kate e David se preparavam para se despedir de Jamie, eles notaram pequenos e breves movimentos em seu corpinho. Eles se emocionaram, conversaram com os médicos, que lhes tiraram as esperanças, dizendo que era somente resquício de vida na passagem para a morte. O que aconteceu em seguida prova a mágica do amor do toque de uma mãe.
Os pais chamaram a equipe médica, que não deu muita importância. Mas os pais insistentemente afirmavam que Jamie estava vivo!
Enquanto os pais diziam que o bebê poderia estar ainda vivo, os médicos os desencorajavam. Depois de algum tempo, o médico então voltou com um estetoscópio, ouviu o coraçãozinho de Jamie e balançava sua cabeça surpreso dizendo “Eu não acredito! Eu não acredito!”. Eles então correram para dar o suporte necessário ao bebê, que viveu e cresce hoje como uma criança normal.
Na Austrália, é popular que os pais acompanhem o desenvolvimento de bebês prematuros, especialmente a mãe, colocando o bebê perto de seu coração, e o processo é chamado de “Mãe-canguru”, que consiste em o bebê ouvir os batimentos cardíacos da mãe e sentir seu cheiro para que possa desenvolver-se e regularizar sua temperatura.
No caso de Jamie, os médicos insistem que não há explicação científica nem médica para o que aconteceu.
O pai, David Ogg, disse que “Kate e seu instinto maternal salvaram a vida de Jamie. Se ela não tivesse feito isso, nós não o teríamos conosco hoje, crescendo juntamente com sua irmã Emily!”
Um milagre que Deus pode fazer para atender a prece do coração de uma mãe!

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